Foi assim que João Guido e sua esposa Dona Beatriz Guido, respectivamente prefeito e primeira dama de Uberaba, decidiram, em 1967, a ajudar pessoas carentes congregando freqüentadores das paróquias da cidade. Uma reunião para expor à comunidade o objetivo de dar assistência às famílias carentes foi convocada. Estava formada a Legião de Assistência Cristã (LAC).
Neste tempo, chegou a Uberaba o bispo Dom José Pedro Costa, trazendo diferentes experiências no setor social. Com essa experiência, a diretoria da LAC resolveu dar um tempo nas distribuições de alimentos e mudar toda sua estrutura de projeto que, até então, tinha como meta preservar a promoção humana, para pensar no bem da criança.
O prefeito João Guido doou um terreno para a construção de uma sede para abrigar esses meninos. Os recursos para construir a instituição vieram da MISEREOR , instituição católica da Alemanha, e das serenatas que dona Abgail junto com um grupo de moças e rapazes realizava. Os agraciados com música ofereciam um donativo à Casa.
Em 1972, Beatriz de Moura Telles Guido e Abigail Miranda resolveram a partir da Legião de Assistência Cristã fundar a Casa do Menino, com a finalidade de atender os adolescentes que por terem problemas com a justiça eram conduzidos à cadeia de Uberaba. A Casa do Menino começou a funcionar no dia 24 de novembro de 1975, com sete adolescentes internos encaminhados pelo Juizado de Menores. Eram egressos ou fugitivos da cadeia, mas que foram convidados a participar do programa.
Hoje, 26 adolescentes em situação de risco, com idades entre 12 e 18 anos, são atendidos em regime sócio-educativo e semi-aberto. Há ainda jovens de ambos os sexos, que recebem orientações psicológicas, participam de projetos sociais, culturais e fortalecem a espiritualidade juntamente com suas famílias, tornando-se mais aptos, inclusive, para o mercado de trabalho, pois recebem qualificação profissional.
Promover a defesa dos direitos e o exercicio da cidadania de adolescentes em situação de risco, propiciando, por meio de um trabalho sócio-educativo, oportunidades para o preenchimento de lacunas em sua formação intelectual e moral, assegurando, desse modo, a sua permanência na escola regular e a sua inserção no mundo do trabalho.
Por meio do trabalho sócioeducativo para a efetivação dos direitos calcado numa política de “cidadania ativa” e inserido num projeto de sociedade democrática e inclusiva, a CASA DO MENINO trabalha com os seguintes valores: ética, transparência, solidariedade e autonomia.
Criado com o objetivo de atender integralmente adolescentes de ambos os sexos, em situação de risco social e pessoal com idades entre 12 e 17 anos e 11 meses, em regime semi-aberto, atende a toda comunidade e, de modo especial aos 18 bairros circunvizinhos, por meio de um programa sócio-educativo e da oferta de cursos profissionalizantes. Atualmente, 25 adolescentes participam do projeto.
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